Empire State: vale a pena ir?

DSC_1263

O Empire State é famoso por ter sido o prédio mais alto do mundo por cerca de 40 anos.

DSC_1184

Da década de 1930 até 1970, os 102 andares deram fama ao edifício – projetado em estilo art deco – que fica em Nova York, na região central da cidade. Ele foi desbancado pelo seu irmão de cidade, o World Trade Center.

DSC_1174

Tudo isso você encontra no Google, mas quis compartilhar só pra você entender da onde vem a fama. Agora, em pleno século XXI, ainda vale a pena visitar o Empire State?

DSC_1265

Depende.

DSC_1188.JPG

No seriado How I Met Your Mother (falo dele aqui), o Ted, um dos principais personagens, é alucinadamente apaixonado pelo Empire State. O Ted é arquiteto.

DSC_1233.JPG

Na vida real, no entanto, o Empire State é apenas mais uma atração lotada, com filas quilométricas e que exige muita paciência da sua parte. Porém, assim também são outras tantas atrações de uma cidade como Nova York.

DSC_1261.JPG

Eu fui porque ganhei da escola de intercâmbio que fechei meu pacote o New York City Pass (falo dele aqui) e o Empire State era uma dessas atrações do “pacote”. E também porque não acho errado ir nas atrações óbvias de uma cidade. Muito pelo contrário. Quer conhecer? Conheça! E na próxima vez que tiver na cidade, vá em lugares diferentes.

DSC_1247.JPG

Só que, se você puder, não faça como eu.

DSC_1203.JPG

Talvez meu “erro” foi o horário. Eu cheguei muito perto do meio dia e a fila estava grande. Além disso, a parte externa estava abarrotada de gente. Não sei se ir nos primeiros horários faria alguma diferença. Mas, pode ser uma dica.

DSC_1266.JPG

Pra finalizar, uma outra dica. Caso você queira uma foto dos arranha-céus de Nova York, por que não ir ao Top of The Rock? O prédio tem uma janela que dá exatamente pra ver o Empire State e, eu, particularmente, gostei muito mais de lá.

IMG_0221.JPG

A janela no Top of The Rock

Agora, é claro, se você tem muita vontade e é enlouquecido por história e arquitetura, definitivamente você deve ir ao Empire State.

DSC_1205.JPG

Ufa, consegui uma brecha pra ver a cidade no Empire State, rs

Quer mais informações dos horários e preços? Acesse o site oficial aqui!

Boa viagem!

DSC_1169

Anúncios

Bangalô do Manso: paraíso calmo e tranquilo em Mato Grosso

IMG_9508

Antes de começar a falar do lugar paradisíaco que conheci às margens do Lago do Manso neste ano, a cerca de 115 quilômetros de Cuiabá, preciso contextualizar minha pequena trajetória em Mato Grosso.

IMG_9512

Morei até os 17 anos no interior do estado e, depois de um intercâmbio, voltei a morar em Mato Grosso aos 21, porque havia passado no vestibular na Universidade Federal. Confesso, saí com muita tristeza de Goiânia (GO), onde queria ter permanecido. Porém, ao passar dos anos fui me acostumando com a cidade.

IMG_9506

Acontece que parei de negar Cuiabá ao perceber que tanto a cidade em si como os municípios em um raio de 100 quilômetros de distância (para mais ou para menos) são fantásticos. Só para citar rapidamente temos Poconé (porta de entrada para o Pantanal), Chapada dos Guimarães e Nobres. A pouca distância faz a gente ter “respiros” da poeira e do concreto. E que bom!

IMG_9520

Só que desses todos aí, faltava o Manso, lago resultante da Usina Hidrelétrica APM Manso, pronta em 2001.

IMG_9507

A caminho da ilha

Demorei mais de 10 anos para conhecer o Lago simplesmente por imaginar que era feito um tipo de turismo que não queria: lanchas, resorts gigantescos e muita música alta. Foi aí que nas minhas pesquisas encontrei o Bangalô do Manso. O lugar é composto por 6 bangalôs, com distâncias relativamente boas entre si, e uma paz maravilhosa.

IMG_9505

Mansidão

Longe da bagunça e música alta (que dá pra escutar ao longe se os ouvidos forem bons), o Bangalô do Manso fica aos pés do lago e ainda de quebra possui uma ilha maravilhosa que dá pra atravessar a pé (e possui também quiosque com estrutura para churrasco na ilha e um deck com cadeiras de sol).

IMG_9517

Dentro, o Bangalô também é lindo. Em cada um cabem quatro pessoas. Uma quinta pessoa pode ser incluída, porém é pago um valor a mais. Existem todos os utensílios de cozinha, só que o hóspede precisa levar tudo, até água para beber. Então, tem que programar adequadamente cada refeição, para não passar aperto, já que o Bangalô fica afastado da cidade.

IMG_9511

O local também possui churrasqueira embaixo de cada Bangalô e um chuveirão daqueles deliciosos. Para quem quiser levar criança, tem um parquezinho lindo, com uma casinha de madeira, balanço (que eu, obviamente, usei muito já que sou a louca do balanço), escorrega, gangorra e outras coisinhas pra se divertir.

IMG_9515

Playground para crianças e adultos como eu

Fora isso, pontos positivos para o Evaldo, com quem a gente fecha a hospedagem e pode falar a qualquer momento no WhatsApp, e com o Cássio, o caseiro super atencioso e que até me deu um copo de açúcar e sal (sim, eu esqueci o básico, rs).

IMG_9516

Sobre preços, datas e mais informações, é só acessar ao site, que é bem completinho.

IMG_9509

Eu não vejo a hora de voltar! Literalmente, o local é uma mansidão coberta de muito mato, paz e um dos nasceres do sol mais lindos eu já vi.

IMG_9521

Um dos nasceres do sol mais lindo que já vi 🙂

Gabinete Antes do Café: um lugar charmoso em Cuiabá!

IMG_9195

Entradinha da Vila Maria

O Ela Viaja está super parado e, pra movimentar um pouco isso aqui, resolvi fazer uma postagem focando na cidade que moro. Sim, a gente não viaja só pra “fora” do ninho não.

IMG_9194

Cuiabá é uma cidade conhecida pelo seu calor excessivo, mas se você der uma chance a ela, vai ver que a gastronomia ultrapassa – e muito – esse clichê meteorológico. Então vamos lá que hoje eu vou falar de um lugarzinho muito delícia localizado dentro da Vila Maria, na Rua 24 de Outubro, região central da cidade.

IMG_9200

O nome é “Gabinete Antes do Café”. Sim, meio diferentão, né? A proposta é ser um café, restaurante, espaço de “desapega” (de roupas, principalmente), venda de quadros e chapelaria.

IMG_9207

Lendo assim parece uma mistura super louca, mas tudo junto e misturado transformou o espaço em um ambiente com uma decoração linda e agradável. Pra quem tem mais tempo, também vale a pena dar uma olhada nos vinis e nos livros deixados lá. Eu fui para um almoço rápido, mas espero voltar.

IMG_9206

O almoço, aliás, custou R$ 23,00. Comi uma saladinha de entrada (que está inclusa no preço), filé de frango grelhado, arroz com lentilha, legumes na manteiga e feijão. Para beber um suco de maçã (natural, de verdade), que custou R$ 8,00.

IMG_9209

Opções doces até que tinham, mas fiquei satisfeita com o almoço e espero voltar em breve.

IMG_9203

Se tiver por Cuiabá, dá uma passadinha por lá. Aliás, a Rua 24 de Outubro é um prato cheio – literalmente, rs – de opções gastronômicas pra quem vem de fora ou mora em Cuiabá.

IMG_9211

Mais do Gabinete Antes do Café aqui.

How I Met Your Mother: por dentro do bar que inspirou o seriado!

DSC_3319

Quando fui para Nova York entre 2015 e 2016 havia assistido dezenas de filmes que se passam na cidade e visto Friends. Mesmo conhecendo a fachada da casa da Carrie, de Sex and The City, confesso que nunca assisti o seriado de forma viciada como Friends, por exemplo.

DSC_3322

How I Met Your Mother, então, era quase um completo desconhecido pra mim. Sabia da existência do seriado, sabia que ele era, por vezes, comparado com Friends e sabia que ele se passava em Nova York.

DSC_3324

Assim sendo, foi por acaso que conheci o bar McGee’s, que foi fonte de inspiração para o MacLaren’s, o bar que é cenário de How I Met Your Mother em quase 90% do tempo.

DSC_3325

Era um dia meio nublado de dezembro quando eu e o Bruno, meu amigo também brasileiro que divida o apartamento comigo, decidimos subir o Top of The Rock. Avisaram, no entanto, que a visibilidade estava quase zero. Desistimos.

DSC_3360

Arrumadinhos, cheirosos e próximos da Broadway, Bruno sugeriu: vamos ao bar de How I Met Your Mother! E eu falei: partiu.

DSC_3357

Não sei se no ápice do seriado o bar chegou a ser lotado e com filas impossíveis. Hoje é só entrar e escolher uma mesa.

DSC_3356

Se ele realmente se parece com o McLaren’s? Não. Na época, a única referência que tinha era mesmo a do Bruno, viciadíssimo na série e apaixonado pela Robin. Já na ocasião ele disse que não tinha muuuuito a ver.

DSC_3320

Anos se passaram e me viciei no seriado. Hoje, com conhecimento de causa, rs, posso dizer que, fisicamente, os bares não se parecem em NADA.

DSC_3367.JPG

Tá, existe um balcão. Mas balcão existe em todos os bares, né? Ou quase todos.

DSC_3338

Minha bebida

Mas, a parte mais legal do McGee’s, com certeza, são as referências de How I Met Your Mother. Existem fotos penduradas na parede de diversas temporadas do seriado e o cardápio é completamente baseado nos nomes dos personagens, em episódios ou ainda em frases célebres que eles diziam.

DSC_3342

A bebida do Bruno

Então, posso dizer que se você é fã, vale muito a pena a visita. Mas não vá com muita expectativa. É como se você tivesse em um bar qualquer, com fotos dos atores que fizeram How I Met Your Mother.

DSC_3378

E, claro, se você não é fã ou nem assiste (como eu quando visitei), também vale a pena. Mas valerá a pena se você tiver bons dias em Nova York e um tempinho livre pra tomar uma cerveja ou um drink. Caso contrário, talvez deixe pra uma outra ocasião.

DSC_3323

Felizinha

Anote o endereço:
240 West 55th Street, New York, NY, 10019, entre Broadway e Oitava Avenida.

Site oficial acesse aqui.

how i met bar

Um passeio pela livraria mais antiga do mundo

No mês de janeiro estive em Portugal. Não eram férias. Fui a trabalho e fiquei no país por seis dias, mais especificamente em Lisboa, com uma ida a Cascais e Sintra, que inclusive vale uma postagem específica.

img_0781

Na fachada da Bertrand

Enfim, me encantei por Lisboa a cada esquina “azulejada”. Sim, por vezes menosprezada por nós, brasileiros, o país nunca esteve na minha bucket list. Agora está e quero um tempo para aproveitar ainda mais Lisboa e outras cidades em uma viagem mais lenta.

img_0786

Mas, vamos ao título do post. Antes de ir ao país, pesquisei rapidamente alguns lugares que gostaria de ir se me sobrasse tempo. Entre eles estavam os óbvios como Praça do Comércio, Torre de Belém e as ruínas do Convento do Carmo. A “livraria mais antiga do mundo” eu só teria conhecimento lá. Conversando com Jaime, um português que estava no grupo de trabalho, o assunto eram livros e escritores e aí ele citou a Bertrand.

img_0790

Eu confesso que havia procurado por livrarias interessantes e na pesquisa rápida havia aparecido a “Ler Devagar”, mas é claro que me interessei muito mais pela história da Bertrand.

Aberta em 1732, ela nunca parou de funcionar. E, isso não é com base em história. Ou “apenas” histórias. A Bertrand ganhou o reconhecimento de “livraria mais antiga do mundo” pelo Guinness Book e, para chegar a esse título, teve que provar que nunca interrompeu seu funcionamento.

img_0799

Para quem ama livros, histórias, escritores portugueses e um pouquinho de arquitetura, a Bertrand é um espaço quase obrigatório na sua ida a Portugal. “Quase” porque nem sempre dá pra fazer tudo que a gente quer, né? Mas, coloque pelo menos alguns minutos pelo local. Você não vai se arrepender.

Aliás, ir na Bertrand não é nada “contramão” em relação a alguns outros pontos turísticos. Ela está na região do Chiado e por ali você vai a pé até as ruínas do Convento do Carmo ou a Praça Luís de Camões.

2487-0-pos

Mas, voltando a livraria. Ela é grande (não, não como El Ateneo de Buenos Aires ou as Culturas do Brasil) e ao mesmo tempo charmosa. Tem diversos “ambientes”, todos com sofás e poltronas, além de escadas pra você alcançar aquele livro lááá em cima.

img_0802

Como não poderia deixar de ser, também existem áreas específicas para os portugueses mais famosos: Fernando Pessoa, Camões e José Saramago têm estantes próprias, com livros em diversos – diversos mesmo – idiomas.

img_0805

Outro ponto super positivo na Bertrand é no atendimento. O vendedor que me atendeu era super simpático e falava em português, inglês e espanhol, fazendo um “atendimento exclusivo” para sua clientela.

Além disso, o charme na hora de comprar um livro fica por conta do “carimbo” de “livraria mais antiga do mundo”.

img_2904

O carimbo de livraria mais antiga do mundo

Para fazer jus ao local, minhas escolhas foram “Livro do Desassossego”, de Pessoa, e “Cemitério de Pianos”, do maravilhoso José Luís Peixoto, português contemporâneo e com diversos prêmios literários.

img_2903

Minhas escolhas

Anota o endereço aí: R. Garrett 73, 1200-309, Lisboa.

New York City Pass: vale a pena?

1

Museu Guggenheim

O assunto hoje é o New York City Pass, um ingresso múltiplo que te dá direito a escolher seis atrações, dentre nove, de Nova York. Como já falei em um outro post, eu fiz um mini-intercâmbio de 1 mês em Nova York e o New York City Pass foi um presente da agência de viagens que escolhi. Como foi um presente, eu utilizei ele e vou te contar tudinho.

SCAN0093

Peguei a imagem na internet, mas o City Pass é assim (olhe a data ali, de 2014, no caso)

Atualmente o NY City Pass está 116 dólares (adulto) e 92 dólares (jovens de 6 a 17 anos). De acordo com o site (que tem a versão em português) esses preços são promocionais. Sem o desconto, eles custam, respectivamente, 194 e 175 dólares.

7

Empire State

O que o ingresso inclui? Empire State Building, Museu Americano de História Natural, The Metropolitan Museum of Art (MET), Top of the Rock ou o Museu Guggenheim, Estátua da Liberdade e Ilha Ellis ou Cruzeiros da Circle Line e, por fim, o Memorial e Museu do 11 de Setembro ou Museu Intrépido do Mar, Ar e Espaço.

6

Museu Americano de História Natural

O que eu fui? Pelo New York City Pass eu visitei Empire State, o Museu Guggenheim, Museu de História Natural ,a Estátua da Liberdade e o Memorial e Museu do 11 de Setembro.

2

Memorial 11 de Setembro

Porque eu não incluí o MET? Porque além de ir quase no fim da minha viagem (e o bilhete já tinha expirado), o MET é um museu que você escolhe quanto pagar.

6

Museu 11 de Setembro

Mas como assim? Há um prazo para o New York City Pass? Sim, existe. A partir da primeira atração, você terá 9 dias para utilizar o restante. Então, ele é até válido em casos de viagem de curta duração. No meu caso, em que tive 30 dias e ainda estudava, eu tentei encaixar todas essas atrações nesse prazo, que considero relativamente curto.

2

Estátua da Liberdade

Um ponto positivo é que em casos que você deve escolher uma atração, você terá um pequeno desconto. No caso da escolha entre o Top of the Rock e o Guggenheim, em que a escolha foi pelo museu, ganhei um desconto de 4 dólares para o Top of the Rock. Não é um SUPER desconto, mas já é alguma coisa, né?

8

Guggenheim

Mas, exatamente nessa escolha aí, eu fui bem burra, rs. Por quê? Porque eu olhei rápido na internet e achei um preço antigo do ingresso do Top of the Rock e acabei escolhendo o Guggenheim imaginando que a entrada normal de ambos era de 25 dólares. Mas não era. O Top estava custando 32 dólares, enquanto o Guggenheim 25 dólares. Ou seja, fiz a matemática errada.

4

Vista do Empire State

Então, a dica é: acesse os sites oficiais de cada atração e veja se compensa MESMO a escolha que está fazendo. Eu AMO museus, mas entrada de museu em Nova York é cara, não tem jeito. Então, prepare-se para uma média de 25 dólares.

IMG_0090

MET

O que não te contam (ou você não lê direito)

5

Museu Americano de História Natural

Uma coisa que você deve prestar atenção ao escolher comprar o New York City Pass é o que você, de fato, quer ver. Ou o que, de fato, verá.

3

Observatório One World

Mas por quê? Porque, por exemplo, no caso da Estátua da Liberdade, o passe te dá o direito de ir até a Estátua, mas não de subir nela. Para subir até a estátua, você deve comprar o ingresso antecipado. Não, não dá para comprar quando você já estiver lá (ouvi dizer que, na verdade, depende também da estação do ano, em algumas supostamente daria para comprar, mas não achei nada rápido na internet. Se souberem, me avisem).

10

Indo para a Estátua da Liberdade

Outro ponto é que, mesmo sendo meio óbvio, no caso do Memorial e Museu do 11 de Setembro, você só tem realmente direito a parte externa (com aquela fonte e os nomes das vítimas), que é o Memorial, e a parte interna com partes despedaçadas das torres e fotos das vítimas, que é o Museu. Porém, uma das partes mais legais que tem ali na região e do ladinho do Museu e Memorial é o Observatório do (novo) World Trade Center, ou, One World Observatory. Sério, eu não perderia esse passeio. Só que ele é à parte e custa 34 dólares.

IMG_0129

MET

Conclusão

3

Empire State

A conclusão que chego do New York City Pass é que, pra mim, compensou. Porém, compensou porque eu ganhei e não perderia a oportunidade de aproveitá-lo.

IMG_0221.JPG

Top of the Rock

Só que é você que tem que fazer o cálculo. Você quer ver todas essas atrações? Se você não fizer o modelo “turistão”, eu nem aconselho ir a algumas delas. Me estressei, por exemplo, com a quantidade de gente no Empire State, mas, ao mesmo tempo, o Top of the Rock estava lotado e eu não liguei, porque achei a vista incrível.

10

Indo para Estátua da Liberdade

Eu certamente vou voltar ao Guggenheim, mas não tenho vontade alguma de visitar novamente a Estátua da Liberdade.

IMG_0225

Vista do Top of the Rock

Então, faça os cálculos, defina prioridades (principalmente em viagens curtas) e a partir daí, veja se o New York City Pass compensa. Eu já usei modelos parecidos de tickets em viagens à Roma e Paris e achei compensatório. Posts em breve 🙂