Em Buenos Aires: Boho Rooms, amor de lugar.

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Um lugar lindo, charmoso e com atendentes suuuuuper simpáticos. Esse é o Boho Rooms, um Bed & Breakfast (B&B) na capital da Argentina, no bairro Palermo Soho.

Fui em abril deste ano para Buenos Aires e procurava por um lugar que fosse acessível ($$) e na região de Palermo. Acabei encontrando o Boho após ter conversado com alguns gerentes de outros hostels ou B&B na região e que foram grosseiros por e-mail.

Fiquei imaginando se estava assim em um contato inicial, imagine pessoalmente. Não me lembro mais o nome desses outros, mas lembro que em um deles fiz a reserva, eles cancelaram informando que por algum motivo banal não poderiam mais me receber. Foi um balde de água fria, mas foi também fundamental levar um não pra poder encontrar o Boho.

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No Booking – plataforma que eu sempre utilizo pra ver as qualificações – o Boho tem  uma nota que varia de 8 a 9. Pra mim, é uma boa nota. O ponto negativo é o wifi, realmente péssimo no quarto que eu fiquei (não lembro o número, sei que era o último, na parte de cima, de frente pra rua). Mas, se você vai a passeio, o hotel/hostel/B&B é onde menos vai ficar, né?

E, de todo modo, eles disseram que estavam vendo “isso”. Mas, se você precisa MUITO da internet, utilize seu smartphone, tablet ou notebook na área de café da manhã.

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Café da manhã, aliás, delicioso. É claro, se você vai passar muuuuito tempo em Buenos Aires, vai achar um pouco enjoativo. São sempre as mesmas opções: água quente para o chá, suco de laranja, leite ou café e, para comer, pães e medialunas (“meia luas”, tipo um croissant adocicado). Também tem frutas e para passar no pão tem manteiga, uma geleia e… doce de leite!! Ai, doce de leite argentino. ❤

O diferencial do Boho, além do local ser uma graça, é com certeza o atendimento. Seu Manoel, o senhor que recebe quem chega a noite, é muito educado, gentil e decora fácil fácil seu nome. Tem a Cláudia também e a Ianê (eu não sei se é assim que se escreve!). Todos os três são peruanos e são muito gentis e prestativos. Os donos são argentinos, lembro do nome de um – o Sebastian – e também são maravilhosamente educados e prestativos. Uma dica: eles fazem uma cerveja artesanal que sempre está na geladeira e é uma delícia. Vale a pena provar 🙂

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E, pra vocês terem uma ideia, eles foram tão prestativos que cheguei em um voo super tarde, o que significa que o aeroporto estava com TUDO, inclusive casas de câmbio, fechado e não consegui trocar nada por peso argentino. No dia seguinte, um domingo, obviamente a maioria das casas de câmbio estava fechada. Pois bem, eles me emprestaram um dinheiro que, segundo o gerente, dava pra “pegar o metrô de ida e volta e ainda tomar uma cerveja”, rs.

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Ah, falando em metrô. O Boho está um pouquinho distante da estação de metrô mais próxima (Plaza Itália). São pelo menos umas 9 ou 12 quadras. Eu fui no outono, então estava delícia de andar e, nos dias em que estava mais cansada, pegava um táxi, que dava uns 15 ou 20 pesos até o Boho. O que no câmbio da época nem era uma facada.

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Se voltar pra Buenos Aires, certamente ficarei no Boho.

Mais informações:

No Booking.

No Facebook.

No site.

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