Varadero: Cuba em Cuiabá!

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No final de 2014 fui ao Varadero Bar & Restô, em Cuiabá. O local é um antigo casarão no bairro Quilombo, que foi completamente reformado e transformado em um restaurante/bar com uma pegada cubana.

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Não o considerei um restaurante cubano, mas apenas com decoração inspirada em Cuba. E o charme é exatamente a decoração.

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São quadros, vitrais, paredes no adobe, cristaleiras, instrumentos musicais e até um telefone pendurado e bem retrô que fazem do Varadero um local agradável e até intimista.

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Os espaços são bem distribuídos. Tem a parte externa, interna (com ar condicionado) e até espaço kids.

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Eu fui para o almoço, portanto, no sol escaldante de Cuiabá, fiquei na parte interna.

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O cardápio é bem variado e o buffett de salada é uma maravilha. Eles preparam na hora, com as folhas e molhos que o cliente escolher.

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Apesar de estar em Cuba, rs, pedi um prato tipicamente argentino: uma parrilla! (só de lembrar dá saudade dela 😦 ), acompanhada de arroz com brócolis, purê de batata e um molho azedinho.

IMG_1505E, de sobremesa, o pedido foi petit gateau de chocolate. Também ma-ra-vi-lho-so!

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Pra finalizar, tomei um cafézinho e passei um tempinho fotografando.

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Varadero: vale a pena!

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PS: desculpem as fotos, foram tiradas de celular 😛

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Bate e volta em duas cidades históricas de Goiás

Comecei 2015 fazendo uma das coisas que mais gosto: viajar. Mas, infelizmente, não eram férias e não foi nada muito elaborado e nem internacional. Fui apenas bem “ali”: no estado vizinho de Goiás. DSC_5516 Tive que resolver umas coisinhas em Brasília e, aproveitando o ensejo, passei pra visitar os parentes em Goiânia. Como cheguei em um sábado, pensei: por que não fazer umas viagenzinhas dessas rapidinhas? O famoso bate-e-volta (ou bate e volta, rs). DSC_5523 Assim, só escolhi lugares que já conhecia e não visitava há tempos. O primeiro foi a Cidade de Goiás, também chamada de Goiás Velho/Goiás de Véio (mas odeio esses nomes), primeira Capital do Estado e tombada pela Unesco como Patrimônio Histórico e Cultural Mundial. DSC_5510 Pra ir até lá, existe uma empresa que leva de hora em hora, a Goianésia. Há ônibus direto e o tal do semi-direto, que para em apenas uma rodoviária de outro município goiano. DSC_5584 A viagem pode demorar entre 2 e 3 horas, em alguns casos 3 horas e meia. A estrada é boa e a passagem custou R$ 37,00 pra ir e R$ 40,00 pra voltar. DSC_5538-2 Chegando na cidade, que geralmente é MUITO quente, a temperatura estava amena, com um pouco de chuva. Chato pra fotografar, que era um dos meus objetivos. IMG_2370 Ainda assim, aproveitei e comi o famoso empadão goiano, em um lugar recomendado, o Dalí Sabor e Arte. Aprovado. O custo do individual (só o empadão) foi de R$ 10,00. Há outras opções, com acompanhamentos, mas continuam financeiramente atrativas. DSC_5598 Além de comer, consegui fazer a visita guiada na Casa de Cora Coralina, na beira do Rio Vermelho. Talvez a poetisa mais famosa de Goiás ou, quiçá ao lado do poeta mato-grossense Manoel de Barros, a mais (os mais) importante(s) do Centro-Oeste. DSC_5506 Paguei R$ 5,00 na visita. Achei que valeu a pena. O espaço é bem conservado. Apesar de diversos museus, não consegui visitar outros locais porque cheguei meio tarde. DSC_5533 O restante do tempo, passeei pelas ruelas históricas de Goiás e fotografei muitas fachadas de prédios históricos. Pra voltar pra rodoviária “de cima”, peguei um moto-táxi, transporte fácil, rápido e barato. Valeu a pena pagar R$ 5,00 que em 4 minutos me deixou na rodoviária, que fica realmente lááááá em cima. DSC_5495 PS1: ainda que o centro histórico da Cidade de Goiás seja bonito, obviamente há casarões mal conservados e a parte não-histórica é bem maltratada. Não se admire. PS2: Goiás também tem suas agendas anuais de eventos importantes. Entre elas, destaco a Procissão do Fogaréu (março) e o FICA (Festival Internacional de Cinema Ambiental), no mês de junho. Procure e programe-se. Ambos valem a pena. Pirenópolis O segundo bate e volta a partir de Goiânia foi em Pirenópolis, cidade distante uns 120 quilômetros. DSC_5630 Também histórica por seu ouro nos séculos XVIII e XIX, “Piri”, como é chamada, foi tombada como conjunto arquitetônico, urbanístico, paisagístico e histórico pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) já quase chegando na década de 1990. DSC_5654 Como fui de carro com uma prima, o trajeto foi mais rápido, mas também sei que a empresa Goianésia leva. São mais ou menos duas horas de ônibus. Rodovia em bom estado. 😉 DSC_5706 Bom, sobre a cidade: há MUITO o que fazer. Sério, são inúmeros museus, casarões, festas folclóricas, como a Cavalhada, esportes de aventura e, óbvio, dezenas de cachoeiras e riachos. Ah, pra quem gosta: Piri é uma espécie de “Meca” do ciclismo, em específico do Mountain Bike.Tem até um museu com bikes e motocicletas. DSC_5735 Sou suspeita pra falar: amo Pirenópolis e qualquer coisinha que faço já me deixa feliz. DSC_5638 Dessa vez, optamos por fazer algo além de almoçar na cidade e passar o dia na cachoeira – programa bem comum. Fomos até o Pico dos Pirineus, o conjunto de montanhas que circunda a cidade. DSC_5792 Distante a 20 km do centro, dá-lhe subida. Ao chegar lá, a recompensa: A VISTA! Parte do Parque Estadual da Serra dos Pirineus, o local está a 1.385 metros de altitude. Os sedentários sofrerão um pouco, mas nada que mate, rs. DSC_5772 DSC_5826 DSC_5851 DSC_5905 DSC_5880 DSC_5854 DSC_5862 DSC_5873 Depois de muitas fotos e contemplação, descemos e fomos procurar uma cachoeira. Estava tarde, no entanto, e acabamos parando em uma espécie de “clube”, com uma super piscina no meio do cerrado e um rio que passa lááá embaixo. Entrada: R$ 20,00 por pessoa. DSC_5930 DSC_5953 DSC_6000_ Voltei feliz pra Goiânia. ❤